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| ORIENTAÇÃO
PROFISSIONAL |
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| LIDERANÇA
CONECTIVA E LIDERANÇA MEDIADORA: LIDERAR
SIM, MAS COMO? |
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| Por
Ana Perwin Fraiman |
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Enquanto
não estivermos no domínio dos seguintes temas,
não chegaremos ao aprimoramento de nossas condições
e aptidões profissionais para o exercício da
liderança.
| 1. |
Conceitos
teóricos: o que são competências
e o que são habilidades.
Como desenvolvê-las em uma equipe. |
| 2. |
Aprendizagem
significativa. |
| 3. |
Situação-problema
como Avaliação e Aprendizagem. |
| 4. |
Áreas
do conhecimento e suas tecnologias. |
| 5. |
Multidisciplinaridade
e Contextualização. |
| 6. |
Conhecimento
tácito - conhecimento explícito:
reconhecendo talentos. |
| 7. |
Poder
e delegação. |
| 8. |
Negociação
e mediação. |
O
programa que ora se inicia deve estar dedicado
à preparação de planos operacionais, que transformem
intenção em ação. Em outras palavras, cumpre-nos
agora empenhar toda nossa energia criativa no
sentido de conceber as formas de liderança e
de mediação de talentos, que se possam revelar
as mais eficientes para o alcance das metas
e dos propósitos profissionais, além de pessoais,
que atendam aos imperativos dos tempos atuais.
A questão é:
Liderar
...sim. Mas, como?
MEDIAÇÃO
– O GRANDE DESAFIO
No
processo de ressignificação da liderança de
pessoas, a questão central, a grande dificuldade,
enfim, o grande desafio da mudança do paradigma
empresarial e organizacional mundial, é a construção
da identidade mediadora do líder.
A
bagagem teórica está posta, as "novas leituras"
de antigos conceitos vão, gradativamente, se
instalando em cada um de nós, porém, jamais
a melhoria da qualidade e da produtividade de
uma equipe profissional foi alcançada repentinamente
pela simples afirmação da fé.
Falta-nos
o traquejo da ação neste momento de "câmbio",
faltam-nos as sutilezas para a criação do "novo
liderar". Falta-nos desatar - sem medo
- a velha "camisa de força" que obstrui
a possibilidade da instalação de uma nova forma
de comunicação organizacional; falta-nos construir
o novo saber-fazer e, o mais novo ainda, fazer-saber.
Identificar e desenvolver talentos, bem como
articular a liderança voltada para a produtividade
com a liderança voltada para o desenvolvimento
da criatividade e da inteligência humanas.
Parece-nos de todo pertinente retomar, neste
momento, reflexões sobre a significação do que
se entende por Liderar através da Mediação.
Tomada
no contexto organizacional, entende-se a mediação
como intervenção do líder para desencadear um
processo de construção do conhecimento (aprendizagem)
de forma intencional, sistemática e planejada,
potencializando, ao máximo, as capacidades do
grupo de liderados.
O
mediador possibilita a transmissão de valores,
as motivações, os saberes culturais e morais,
os significados de seu trabalho e de sua justa
colaboração. Ajuda, inclusive, a interpretar
a vida e o valor que cada qual representa àquele
grupo ou equipe específica.
OBJETIVOS
DA MEDIAÇÃO DO LÍDER.
| - |
Liberar
o desenvolvimento do potencial do colaborador
através da emergência, do conhecimento
tácito para o conhecimento explícito. |
- |
Desenvolver
habilidades internacionais. |
- |
Estimular
a elevada auto-estima, a coragem e a
aprendizagem autônoma. |
- |
Encorajar
a meta-cognição, o desejo de evoluir
através do conhecimento compartilhado.
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- |
Promover
a competência para aprender ("Aprender
a Aprender"). |
- |
Promover
a utilização de habilidades efetivas
de pensamento e de mudança de atitudes.
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| - |
Desenvolver
funções cognitivas e emocionais bem
articuladas, bem como atitudes pro-ativas
e positivas frente ao trabalho e ao
grupo. |
- |
Possibilitar
a constituição das habilidades específicas
e competências cognitivas. |
ALGUMAS
CONSIDERAÇÕES PARA SE PENSAR MEDIAÇÃO
| - |
Não
se pode pensar na ação de mediar como uma
ação que leve o indivíduo apenas
a melhorar a sua capacidade cognitiva. Indubitavelmente
o mediador estará, também, criando condições
para que o colaborador construa uma auto-imagem
positiva, na medida em que
se sentir competente, criativo e produtivo.
Portanto, afetividade e cognição formam
um par inseparável na ação de mediar. |
| - |
No
processo de mediação promove-se o desenvolvimento
da meta-cognição,
ou seja, o conhecimento sobre o conhecimento,
o qual implica conhecer as capacidades e
limitações dos processos do pensamento e
ação. Além de conhecer fatos, pode-se conhecer
habilidades cognitivas necessárias para
realizar uma tarefa ou resolver um problema
("Sei e entendo porque sei"
ou "Não sei e identifico o que
me falta para saber"). |
| - |
O
aprimoramento na capacidade para comunicar-se,
também, é um dos alvos a serem atingidos
na medida em que o colaborador é solicitado
a verbalizar e expressar o seu pensamento,
estabelecendo uma relação dialógica de
reciprocidade com o líder mediador. |
Tanto
a meta-cognição, como a comunicação,
estão relacionadas com a tomada de consciência,
que por sua vez poderá contribuir para
que o colaborador consiga melhor organizar-se,
também, do ponto de vista emocional.
- |
O
mediador atento ao sistema de necessidades
do colaborador estará atendendo tanto
às condições energéticas
(emotivas) como objetivas
(cognitivas). |
- |
O
vínculo estabelecido no processo mediacional
coloca o mediador numa posição de flexibilidade,
onde sua atenção está voltada
para os três aspectos: as necessidades
do colaborador, as exigências do conteúdo/programa
de metas e as próprias
limitações do mediador em si. Esta
postura mais flexível do líder mediador
contribuirá para a constituição de um
colaborador, também, mais flexível na
relação com o outro, com o conhecimento
e consigo mesmo. |
- |
O
processo de mediação, ao promover – objetivamente
- a capacidade de pensar, possibilita
a construção da competência para estabelecer
inúmeras e inusitadas relações.
Assim sendo, a construção de
um conceito passa pelo seguinte percurso:
uma etapa intuitiva, mais
subjetiva, voltada para a experiência
pessoal; uma etapa representacional,
na qual existem possibilidades
de se fazer análises um pouco mais objetivas
e, finalmente, uma etapa conceitual,
na qual por meio da linguagem,
o pensamento e a ação do colaborador alcançam
níveis mais objetivos e generalizadores,
que lhe permitem aplicar o conhecimento
a novas situações e conquistar mercado. |
- |
O
processo de mediação deve provocar motivação
intrínseca, ou seja, através
da ação do mediador, o colaborador alcança
a motivação interna. O mediador deve criar
situações de desequilíbrio para
despertar o interesse. Para que isto ocorra,
invariavelmente, o líder mediador estabelece
uma Situação Problema. |
A
Situação Problema, simplesmente,
coloca o colaborador em ação, levando-o a uma
interação ativa consigo mesmo e com o mediador;
cria uma necessidade; provoca um saudável conflito
mobilizador; desestabiliza e re-estabiliza,
graças às variação de estímulos introduzidas
pelo mediador que, paulatina e sucessivamente,
vão auxiliando o colaborador em sua organização
de tempo, de pensamento e de emoções, visando
a sua eficácia pessoal, a sua eficiência em
grupo e a sua competência operacional. É nessa
interação que se constrói, muitas vezes irracionalmente,
a racionalidade.
ALGUNS CRITÉRIOS IMPRESCINDÍVEIS PARA
UMA LIDERANÇA MEDIADORA
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Intencionalidade/Reciprocidade
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Significado |
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Transcendência |
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Sentimento
de Competência |
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- |
Auto-regulação
e controle do comportamento |
Intencionalidade/Reciprocidade:
são as condições principais de uma
mediação.
A
intencionalidade ocorre: quando
o líder mediador determina com clareza sua intenção
e propósito, orientando – deliberadamente -
a interação numa dada direção escolhida, selecionando
e moldando o que, especificamente, se deseja
saber empreender.
A reciprocidade ocorre: quando
existe resposta do mediado (colaborador) e uma
indicação de que ele está receptivo no processo
de troca e mudança de atitudes e comportamento,
aos inputs oferecidos pelo líder mediador, demonstrando
total cooperação e interesse no processo todo.
São
três os elementos constitutivos
envolvidos na intencionalidade/reciprocidade:
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- |
O
MEDIADOR – cuja linguagem, ritmo
e gestual devem ser variados para realçar
a intencionalidade. |
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- |
O
MEDIADO – cujo foco de atenção,
nível de interesse e disponibilidade afetam
a reciprocidade. |
- |
ESTÍMULO
– apresentação de idéias e/ou
outro instrumento, que seja objeto de
trabalho. Deve ser variado em termos de
amplitude, de modalidades etc. para ampliar
a intencionalidade e provocar a reciprocidade. |
O fator determinante que, concretamente, define
o êxito da intervenção mediada é o aprimoramento
constante por parte do mediador da Arte da Pergunta:
Por que? Como? Com que objetivo? O que você
quer mostrar com isso? O que mais podemos saber?
No
processo interativo é fundamental desenvolver
um estilo interrogatório que
possa indicar ao colaborador um caminho, para
iniciar-se na habilidade de questionar/perguntar,
a fim de conhecer a realidade, além de instigar
a emergência do conhecimento tácito no colaborador.
Este estilo aberto, aplicado na mediação,beneficia
o processo de construção conceitual e atitudinal,
bem como interfere na formação da escala de
valores e crenças.
Algumas
condições básicas para desenvolver a intencionalidade/
reciprocidade, são:
| - |
O
mediador seleciona o objetivo
da atividade (ex: "Vamos todos observar
bem estes dados. Quais as informações
que se repetem e quais as que aqui não
constam, embora devessem constar?")
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| - |
O
mediador justifica o
tema e a modalidade da ação. (ex: "As
informações obtidas são aquelas a partir
das quais iremos traçar nossos objetivos
comerciais") |
| - |
O
mediador desperta o interesse e a motivação
e obtém feedback dos
colaboradores (ex: Vamos fazer um ensaio")
|
| - |
O
mediador cria situação de desequilíbrio
(lança contradições, absurdos
etc) para despertar interesse. (ex: "Porque
será que a concorrência lançou mão dessas
cores em sua embalagem e não de outras?") |
| - |
O
mediador repete certas atividades
para desenvolver formação de
hábitos e atitudes, além de consolidar
a aprendizagem de novos hábitos. |
| - |
O
medidor ajuda a expressar
suas dificuldades, quando existe dificuldade
em expressá-las, eliminando qualquer fonte
de medo ou constrangimento. |
| - |
O
mediador estimula, verbalmente
ou de outras formas, para que o mediado
se comprometa com a atividade. O mediador
busca reciprocidade. (ex:
"Vamos ouvir uma música que fale
de vendas. Alguém conhece alguma?")
|
| - |
O
mediador está bem preparado e
a sala está bem organizada, o
que demonstra intencionalidade. |
| - |
O
mediador está sempre pronto a reformular
algo que não foi bem compreendido
e muda de estratégia quando, não consegue
levar ao envolvimento. |
Significado:
A
mediação do significado ocorre quando o mediador
traz significado à atividade decorrente do objeto
de trabalho. Ele próprio mostra interesse e
envolvimento emocional, discute a importância
da atividade com o mediado e explicita o entendimento
do motivo para a realização da atividade. Pode
relatar algum fato de sua experiência pessoal
ou de alguém conhecido, mesmo que não cite nomes
e, principalmente, que não comprometa negativamente.
Ética, sobretudo.
Relacionamos
abaixo algumas condições básicas para mediar
significado. O líder mediador:
| - |
Acrescenta
aos fatos/atividades/objetos significados
adicionais ao sentido inerente.
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| - |
Procura
dar novos sentidos
aos fatos em diferentes contextos. |
| - |
Transcende
o conhecido ao propor situações
e contextos novos. |
| - |
Ajuda
o mediado a distinguir o subjetivo
do universal. |
| - |
Ajuda
o mediado a descobrir novos significados
afetivos de diferentes situações
e relacionamentos. |
| - |
Ajuda
a descobrir valores culturais
e sociais de diferentes fenômenos. |
| - |
Anima
a perguntarem-se sobre o sentido
dos fenômenos que encontram (porque?
para que? como poderia ser?). |
Transcendência:
A
mediação da transcendência ocorre quando uma
interação vai além da necessidade direta e imediata,
conseqüentemente, ampliando e diversificando
o sistema de necessidade do mediado. O objetivo
da mediação da transcendência é promover
a aquisição de princípios, conceitos ou estratégias,
que podem ser generalizados para situações
além do problema presente. A transcendência
produz flexibilidade no pensamento do educando.
É, também, o atributo mais humanizado da mediação.
Toda atividade, por mais simples que seja, possui
um certo potencial para a transcendência. Ela
representa a ponte que liga atividades e idéias
correlacionadas, conectando a necessidade imediata
com necessidades outras, sempre em expansão.
Relacionamos
abaixo as condições para promover a mediação
da transcendência. O líder mediador
| - |
Estimula
a estabelecer relações entre
a atividades atuais e as experimentadas
anteriormente. |
| - |
Indica
ou estimula a perceber como aplicar
elementos da atividade em outras
situações. |
| - |
E
estimula a construção de princípios
e generalizações. |
| - |
Estimula
o mediado a reconhecer o essencial. |
| - |
Guia-se
por necessidade e metas que transcendem
a atividade atual. |
| - |
Apresenta
exemplos e situações hipotéticas
para promover a compreensão entre
o "aqui e agora" e o mais além
( Estudos de Caso ). |
| - |
Apresenta
tarefas que requerem um raciocínio
hipotético e antecipatório, pro-ativo. |
Procura
criar necessidades, para buscar
e encontrar relações complexas, dando exemplos
de conexões, desencadeando a aprendizagem através
do estabelecimento de redes de significações,
fatos que, automaticamente, contemplam
o imperativo organizacional da conectividade
e da contextualização.
Mediação
do Sentimento de Competência:
A
mediação da competência ocorre quando
o mediador ajuda o mediado a desenvolver a autoconfiança
necessária para se engajar numa dada atividade
com sucesso. O mais importante não
é necessariamente alcançar o sucesso e, sim,
a percepção do mediado de que está tendo sucesso.
A autoconfiança fortalece, facilita o pensamento
independente, encoraja a ação motivada e contribui
para a realização dos objetivos. Assim sendo,
a mediação da competência é um componente valoroso
de toda experiência da aprendizagem mediada.
Para mediar competência, o mediador deverá levar
em conta as seguintes condições:
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- |
Selecionar
atividades adaptadas ao que seus
colaboradores conhecem e aquilo que se
requer deles para alcançar as metas no
prazo e com êxito. |
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Equipar
o colaborador com pré-requisitos
necessários para a competência. Isto implica
em: poder recolher informações para resolver
problemas, lidar com diferentes fontes
de informações, utilizar a precisão. |
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- |
Estimular
a perceber situações
onde possa desenvolver perícia/habilidades/
destrezas etc. |
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- |
Repetir,
de forma criativa, para
poder ajudar a desenvolver perícia,
habilidades e capacidades. |
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- |
Promover
feedback sobre o êxito, através
da reflexão do motivo
do êxito e de seus desdobramentos, tanto
profissionais, quanto pessoais. |
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- |
Ajudar
a analisar o processo mental
que contribui para o êxito, além das atitudes. |
Entender
as condições do êxito permite que o mediado
possa estabelecer relações com êxito em outras
situações: "Se consegui fazer isto,
não há porque não consiga fazer outras coisas".
Auto-regulação
e Controle do Comportamento:
Regular
a conduta implica em considerar tanto
o controle da impulsividade como o estímulo
para aquele que está retraído. Este
critério é fundamental para que o líder possa
mediar adequadamente.
Muitas vezes, somente o colaborador resistente
ou impulsivo consegue atrair atenção sobre si
mesmo. Aquele que não se arrisca, que não toma
muitas iniciativas, também, não incorre no risco
de cometer erros.
O objetivo da auto-regulação
e controle de comportamento é encorajar
a equipe a assumir responsabilidades por seu
próprio êxito. Envolve ensiná-los a
pensar sobre sua própria forma de pensar (meta-cognição)
e sobre seu comportamento, assim como escolher
respostas apropriadas a um estimulo ou situação,
em particular.
Quando dizemos sempre "como" responder
e estruturamos suas reações numa determinada
situação, reduzimos suas chances de autonomia
e automonitoramento. O líder mediador deve levar
em conta os seguintes aspectos:
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Ao
apresentar as metas, o mediador indica
o nível de complexidade e dificuldade.
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O
mediador enfatiza a autodisciplina.
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Encoraja
e orienta a equipe a organizar
o trabalho e planejar
conforme prioridades. |
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Para
aqueles que são impulsivos deve-se estimular
tempo maior de contrato
com o trabalho, precisão, comparação,
estabelecimento de regras. |
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O
mediador estimula os
que não possuem sentimento de
competência ou que estejam inibidos,
retraídos ou, ainda, atemorizados. |
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Acompanha
as reações da equipe com uma avaliação
continua e com feedback.
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O
mediador deve estimular a estar alerta
à complexidade das tarefas e ao
próprio funcionamento mental (metacognição)
face a algum objetivo. |
"Se
pensar significa operar, o segredo didático
consiste em conceber situações que venham a
exercitar a atividade mental do aprendiz".
J. Berbaum
Apprentissage et formation, Paris/1994.
"Se
trabalhar significa construir, o segredo da
liderança mediadora consiste em conceber um
ambiente em que se possam exercer ações edificantes
e dignas".
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