Menu
:: Home
:: Artigos
:: Assessoria Escolar
:: Blog Leo Fraiman
:: Cadastro
:: Clientes
:: Clínica Psicológica
:: Clube Mediadores
:: Consultoria Empresarial
:: Cursos
:: Faculdade
:: Fale Conosco
:: Fotos
:: Guia de profissões
:: Newsletter
:: Notícias
:: Orientação Familiar
:: Orientação Profissional
:: Parceiros
:: Profissionais
:: Revista Orientador
:: Sala de Imprensa
:: Shopping
:: Temas de Palestras
:: Testemunhos de Qualidade
:: Testes
 

  Comunidades no Orkut
 
 
:: Comunidade Leo Fraiman
:: Comunidade Teenager
 
 
 
:: Eventos Teenager
 
 
CONSULTORIA EMPRESARIAL

ARTIGOS
 
SOBRE O UNIVERSO DO TRABALHO E DAS ORGANIZAÇÕES
 
MISSÃO PESSOAL
 
Por Ana Perwin Fraiman
 

Missão é aquilo que precisamos realizar em vida, a expressão da nossa alma, que vai impressa no cotidiano do nosso trabalho, do nosso lar e dos nossos relacionamentos.

Para escrever sua missão a pessoa passa a descrever seu autoconceito de ideal, sob forma de uma visão ou uma imagem-guia, que a inspira a superar-se, a dar o melhor de si.

Esse "dar o melhor de si" é entendido como se doar aos outros, ficando esquecido o dar o melhor de si, também, para si e não negligenciar as próprias necessidades.

Muita gente quer melhorar a imagem de si (marketing pessoal), melhorar sua comunicação e melhorar suas maneiras, além de seus conhecimentos. Temos vivido sob a pressão de uma onda de "melhorismos", sempre perante o outro.

O fato é que se pode passar uma excelente imagem, sem, contudo, precisar "mexer uma palha" para tornar-se um ser humano de mais valor.

Uma coisa é a auto-apresentação, a imagem ideal a partir da qual a pessoa deseja ser vista e as medidas que se propõem para aquilatar o seu sucesso. O fato é que, ganhar novos conhecimentos e habilidades não torna ninguém melhor.

Precisamos cuidar da qualidade dos conhecimentos e dos propósitos a que servimos. E isso requer mente aberta, juízo crítico e muita integridade.

Outra coisa é quando alguém se dedica a abraçar sua imagem-guia ao longo de sua vida. Isso pode ajudar muito na renovação das esperanças e pode até servir de efeito profilático para a resolução de problemas e conflitos, mas há riscos na empreitada de auto-superação.

O perfeccionismo não torna ninguém melhor, torna a pessoa infeliz.

A pessoa já parte de uma idéia errônea de estar sempre a dever. Sua autocrítica excessiva, sem autoconhecimento suficiente para discernir sua pessoa, da imagem ideal que fez de si pode fazê-la perder o contato com o seu "eu real" , pois sempre haverá o que corrigir e sempre haverá o que não é possível mudar.

Sob a ideologia do melhorismo, a pessoa vai acumular um sem-número de experiências que, ora vão jogar sua auto-estima lá para o alto, ora vão joga-la para o fundo do poço. O perfeccionismo faz com que o emocional seja muito instável.

Uma imagem-guia, missão ou visão, é a descrição do lado "luz" de uma pessoa. Não é a pessoa. Além disso, ao entrar me contato com a sua luz, inevitavelmente entrará em contato com o seu lado "sombra", aqueles aspectos nada bonitos ou agradáveis de si mesma, mas que têm um enorme potencial de transformação e de realização através da aprendizagem.

Quando se monta uma imagem-guia, os aspectos sombrios aparecem, igualmente. E é bom que assim seja. A pessoa precisa entrar em contato com as suas "pequenezas" e com grandezas insuspeitadas que ainda não se revelaram.

Ninguém é melhor que ninguém.

É necessário que saibamos de nossas qualidades menos nobres, para que ninguém se advogue "melhor do que os outros".

A compaixão nasce da nossa capacidade de aceitarmos nossas falhas humanas e não projeta-las nas demais pessoas, nos eximindo de responsabilidades que nos cabem.

Amar o Belo e o Perfeito é fácil. Amar-nos com todas a nossas falhas é que são elas!

O lado "luz" pode ser tão assombroso, quanto o próprio lado "sombra". E, também, pode causar danos. Tanta luz pode nos ofuscar e fazer confundir o detalhe com todo o resto.

Se uma pessoa desejar ser somente boa, um poço de valores e virtudes, com certeza vai negar-se a enxergar suas próprias falhas, limitações e incoerências.

A missão pessoal torna-se mais clara e palpável a partir da idade madura. Agora, a pessoa já tem experiências suficientes para ter-se conhecido melhor, para ter-se surpreendido consigo em atitudes autenticamente generosas e, algumas vezes, muito mesquinhas.

Na idade madura a pessoa já sabe o que é genuinamente bom e confiável em si e o que merece ser transformado. Se possível.

A idade da colheita.

Agora a pessoa sabe o que tem a oferecer para um relacionamento e passa a colher os frutos, doces ou amargos, de seu merecimento.

Ela pode furtar-se de saborear os frutos das sementes plantadas pelo caminho, mas é obrigada a continuar participando do plantio, sob risco de perder o sentido da sua vida.

A consciência de que nas relações humanas nada está total e definitivamente resolvido, lhe traz um novo impulso para que se enriqueça com as novas experiências, sem precisar provar nada para ninguém. Mas, para aprender a não se deslumbrar com o lado luz, nem se horrorizar com o lado sombra de quem quer que seja.

Nem o deslumbramento, nem o horror, conduzem ao conhecimento. Só fazem por qualificar as experiências de relacionamento.

O que nos torna mais sábios para o convívio humano é a nossa integridade. "Todos os nossos lados" fazem parte de nós. E, tanto para com as nossas virtudes, quanto para as nossas ignomínias, precisamos ser honestos e compadecidos.

Respeitar e saber que, se somos capazes e passíveis de amar e ser amados, isso não acontece apesar dos nossos defeitos de caráter mas, exatamente, por causa deles.
Pois, é o amor que nos torna reais, sem macular nossos ideais. E essa é a nossa missão pessoal: aprender a ser aquilo que somos e amar como os outros gostariam de ser amados!

DICAS PARA SIMPLIFICAR A VIDA

Se lhe pedirem para guardar "segredo", diga logo que não. Domine a sua curiosidade e não terá que vigiar sua indiscrição. Bastam os seus próprios segredos. Não se sobrecarregue com mais.

Se você não tiver disposição para mudar de idéias, não as troque. Livros são mais simples do que pessoas. Quando você não gosta, fecha e põe de lado. Se você se envolver com pessoas, terá que trocar idéias com elas e se colocar em cheque. Por isso, converse – sempre – com pessoas que possam ser mais brilhantes e inteligentes que você. Já que vai trocar, que seja por outra melhor. Senão, leia livros, que já é de bom tamanho.

Quando estiver para tomar uma decisão, leve o tempo que precisar, antes. Depois de tomada, execute-a o mais breve possível. Isso é prudente. Decisões só devem ser tomadas depois de amadurecidas. Isso requer tempo. Daí, é partir para a ação. Pior do que tomar uma decisão séria e vir a se arrepender depois, é não cumpri-la e passar o tempo sem se perdoar por não haver feito o que precisava.

 
 

 
 
Av. Brig. Faria Lima, 1811, conj. 321 - CEP: 01452-001 - Jd. Paulistano - São Paulo - SP - Tel: (11) 3813-5311 / (11) 3815-9496